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Genuinidade e Tradição

o fabrico

A produção atual

associa tradição e inovação

no que de melhor cada uma tem. O saber fazer dos mestres queijeiros apurado ao longo de gerações reúne-se a uma produção moderna eficiente, padronizada e segura, para dar resposta às exigências dos consumidores.


O leite utilizado provém de rebanhos locais alimentados nas pastagens naturais da região, naquela que é talvez a mais bem preservada, em termos ambientais, da Europa.


Todos os dias o ciclo se repete para que à mesa cheguem estes deliciosos queijos. A ordenha é a primeira tarefa e realiza-se ao amanhecer e entardecer, num ritmo cíclico, dia após dia.


O passo seguinte é a filtragem. Tradicionalmente o leite passava por filtros, designados “coadouros”, os panos de lã. Foram estes panos que deram origem ao termo tradicional “rouparia”. Coloca-se o sal, uma operação delicada que exige grande sensibilidade pois dela depende o tempo de coagulação e a macies da coalhada.

O leite é aquecido sendo cuidadosamente adicionada a infusão da flor do cardo, um agente coagulante 100% natural com propriedades nutritivas e digestivas. Esta é uma fase crucial para a homogeneidade da mistura e para a qualidade da massa obtida.
 
Depois corta-se a coalhada operação que não é feita ao acaso. Os movimentos são sagrados ordenados por gerações de roupeiros, movimentos em cruz, desenhando quadrados ou formando espirais.

Na francela (mesa em inox) inclinada vai-se libertando o soro. A massa é apertada, dentro e fora do pano, pelas mãos experientes do roupeiro, até que fique pronta para ser colocada dentro dos cinchos. O soro que escorre é depois utilizado no Requeijão e no Almece.

Os queijos prontos ficam depois a curar, com diferentes teores de humidade e frio, para que no final tenham a consistência perfeita e revelem a sua extraordinária qualidade.